Órgão reforça pedido de cuidados para mitigar a transmissão de SARS-CoV-2 e do influenza em nossa comunidade acadêmica.

Nota do COE/UFCSPA sobre a variante Ômicron do SARS-CoV-2 (COVID -19) e cepa H3N2 do vírus Influenza

O número de casos de síndrome respiratória aguda aumentou consideravelmente no Estado já na primeira semana de 2022. O COE da UFCSPA está atento à situação epidemiológica da COVID-19, em que, no momento atual, a variante Ômicron é a cepa predominante e tem se mostrado bastante transmissível. Na primeira semana de janeiro de 2022, todas as regiões do RS receberam “aviso” através do sistema de monitoramento 3As devido ao número crescente de testes com resultados positivos para a COVID-19. Esse aumento expressivo de casos positivos nos últimos dias revela a necessidade de se atentar para o completo esquema vacinal e se redobrar os cuidados não-farmacológicos de prevenção e de etiqueta respiratória.

A variante Ômicron do SARS-CoV-2 tem dominado as variantes Delta e Gamma, representando positividade nos testes realizados em torno de 50%, principalmente nas capitais, onde o sequenciamento genômico tem sido realizado. Porém, há mais de 30 dias e devido a um ataque hacker, os bancos de dados do sistema SUS não estão sendo alimentados, ocasionando subnotificação de casos, mortes e hospitalizações. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a variante Ômicron é altamente transmissível, sendo os sintomas mais comuns cansaço extremo, dores pelo corpo, dor de cabeça e dor de garganta.

Além da COVID-19, casos de gripe pelo vírus influenza estão sendo confirmados de forma crescente no RS, a maioria causados pela cepa Darwin do subtipo influenza A H3N2. Esta cepa foi identificada pela primeira vez em 2018 na cidade de mesmo nome, na Australia, e já vinha circulando em alguns países; no Brasil, a Darwin vem causando surtos desde o final de 2021. Assim como o SARS-CoV-2, o vírus influenza apresenta alta transmissibilidade, e os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, dor de cabeça e fadiga/dor no corpo.

Assim, o COE reforça os cuidados para mitigar a transmissão de SARS-CoV-2 e influenza em nossa comunidade acadêmica. Solicitamos que todos pratiquem as medidas de distanciamento físico, evitando aglomerações, uso constante de máscaras (cirúrgicas tripla-camada ou PFF2), devidamente ajustadas e higienização frequente das mãos. Lembre-se que a vacinação não impede a infecção e transmissão se a pessoa se expuser e a outras pessoas. É importante que todos acessem o aplicativo da UFCSPA para monitoramento de sintomas e, na presença destes, façam isolamento e testagem. No caso de estar sintomático ou ter tido contato desprotegido com pessoa que positivou, façam a abertura de processo no SEI para o monitoramento institucional, onde você será orientado quanto à testagem na Santa Casa.

O COE monitora o número de suspeitos e positivos pelas declarações do SEI, sendo um dos critérios nas tomadas de decisão considerando nossa comunidade acadêmica. Por fim, o COE reforça que nesse momento deve haver cuidado e responsabilidade quanto às doenças COVID-19 e influenza para que as atividades presenciais possam ser mantidas com segurança.